Rotatividade de culturas no inverno

O inverno é uma excelente época para fazer a rotatividade de culturas que proporcionam mais lucros aos agricultores e contribuem com o meio ambiente. Entre as culturas de inverno destacam-se trigo, aveia, painço, sorgo, canola e outras oleaginosas.

A rotação de culturas também está atrelada à geração de novas rendas, já que será utilizada a mesma estrutura de máquinas, equipamentos e mão-de-obra estabelecida para a soja e o milho.

Além disso, a longo prazo, a rotação de culturas diminui o estresse sobre o solo, plantas e microrganismos. Isso diminui a utilização de defensivos agrícolas, inseticidas, herbicidas e fungicidas. Com isso, a terra mantém seus nutrientes durante os 365 dias do ano, impedindo a erosão da chuva.

Outro fator importante é a redução nas emissões de gases de efeito estufa por causa do aumento e da maior estabilidade da matéria orgânica no solo. Por isso, se você ainda não realiza o plantio de inverno, faça uma avaliação e aumente sua lucratividade. Se você necessitar um aporte de maquinário, entre em contato com a Bugio Tratores, pois contamos com diversas linhas de implementos e máquinas agrícolas da CaseIH.

Análise mostra importância do trigo na relação comercial entre Brasil e Argentina

Não é só no pão dos brasileiros que o trigo argentino tem influência. O produto também atua no equilíbrio da balança comercial com o país vizinho, como revela o estudo A Trajetória do Trigo no Brasil e o seu Papel nas Relações Comerciais e Institucionais entre Brasil e Argentina, compêndio divulgado no começo do ano pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

De acordo com a pesquisa, a exportação de bens manufaturados brasileiros, sobretudo nos setores automobilísticos e de máquinas elétricas, está fortemente relacionada com a importação do grão e de seus derivados, o que evidencia uma relação direta entre essas movimentações comerciais.

Um dos motivos desse vínculo deve-se ao fato de que a pauta de produtos exportados pela Argentina é pouco diversificada, explica Rodrigo Souza, analista da Conab e responsável técnico pelo compêndio. Quase metade do que o país vizinho vende para o Brasil concentra-se em 16 produtos, sendo o trigo em grãos e a farinha de trigo responsáveis por aproximadamente 10% do total adquirido nos últimos anos. Já no caso brasileiro, são necessários pelo menos 50 produtos para atingirmos o mesmo nível de venda, devido à nossa grande diversidade de itens para exportação, complementa.

A conclusão do estudo aponta ainda o quadro de gestão da oferta como outro importante fator de influência na relação de mercado desse cereal entre os países. O documento registra que o Brasil consome, por ano, cerca de 11 milhões de toneladas de trigo, sendo que a produção brasileira está estimada em 5,4 milhões de toneladas para a safra 2018/2019, segundo o último levantamento da Companhia. A situação confirma o histórico dos dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), os quais demonstram que, no período de 1997 a 2017, cerca de 77% do trigo importado teve como origem a Argentina.

Fonte: www.conab.gov.br

Por que escolher produtos Case IH?

Todas as peças genuínas são projetadas com as mais modernas ferramentas de desenvolvimento e todo equipamento Case IH possui entrega técnica garantida pela fábrica. Além disso, o programa SystemGard. Análise de Fluídos, é um importante instrumento de manutenção preventiva, garantindo a integridade da sua máquina.

Com a Case IH, o agroempresário tem à sua disposição programas completos de serviços de manutenção,  segurança e a confiabilidade das peças originais, atendimento avançado e personalizado e a garantia da marca Case IH para manter o desempenho em suas atividades e colher a melhor produtividade do agronegócio. Por isso, quando você adquire sua máquina ou implemento agrícola na Bugio Tratores está garantindo mais qualidade, melhor atendimento e garantia de assistência personalizada em todos os produtos, do plantio à colheita.

Outra solução avançada que a Case IH oferece e a Bugio Tratores repassa ao agroempresário é a garantia, a melhor do mercado de equipamentos agrícolas: 12 meses, sem limite de horas. Por se tratar de máquinas com a mais avançada tecnologia e do suporte avançado, a marca transmite a confiabilidade e a segurança que o agroempresário necessita para o desempenho e a produtividade do seu agronegócio.

Bugio Tratores e Case IH é garantia de bons negócios!

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Existe benefício em aplicar defensivos agrícolas à noite?

Essa estratégia pode trazer benefícios para a sua lavoura, pois durante o dia as variações de temperaturas, baixa umidade do ar e vento podem influenciar na ação das substâncias utilizadas nas plantações. Durante a noite as condições climáticas são mais favoráveis a aplicação de inseticidas, além disso, o veneno tem maior efeito, pois sem o sol a evaporação é mais lenta, aumentando o poder de ação. Essa escolha aplica-se para fungicidas, herbicidas, inseticidas, reguladores de crescimento, entre outros.

A quantidade indicada para aplicação durante a noite varia conforme cada espécie, pois elas têm diferentes suscetibilidades e possuem condições diferentes das consideradas adequadas à ação tóxica dos produtos, assim é necessário respeitar a indicação dos fabricantes de cada defensivo.

Porém, é necessário ficar atento a quantidade de orvalho presente nas folhas durante a aplicação, pois o risco do defensivo escorrer pela planta é maior com a presença de orvalho. Por isso, evite a aplicação quando tiver orvalho, pois assim evita-se perder o produto durante o processo.

Sementes Piratas: Veja porque você deve ficar longe delas

Primeiramente porque a pirataria de sementes é crime e está prevista na Lei de Proteção de Cultivares nº 9.456/97. Além disso, sementes inadequadas ou de baixa qualidade podem comprometer toda a produção, gerando muitos prejuízos. O ideal é sempre utilizar sementes certificadas.

Abaixo separamos mais alguns motivos para não semear sementes piratas na lavoura e optar pelas sementes certificadas:

  • Semente certificada tem controle de gerações, você saberá quando ela chegar a 5ª geração, por exemplo, período em que já não expressa todas as suas potencialidades, ocasionando perdas de rendimento.
  • Certificação de qualidade garantida, atestada por laboratório do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA. Garantia de que a semente irá germinar e não infestará a sua lavoura.
  • Outra vantagem das sementes certificadas é a tecnologia e inovação agregada, pois contam com os mais recentes avanços do melhoramento genético de plantas.

Com essas informações é possível ficar longe de sementes piratas e garantir uma safra mais segura e lucrativa.

Fonte: Revista Agrocampo

Confira pontos fundamentais para uma boa safra de soja

Para ter uma boa safra de soja é necessário preparar o solo antes de iniciar o plantio, eliminar a acidez da terra é essencial. Mas, em muitos casos é necessário realizar correções adicionais devido aos processos de acidificação, demandando assim aplicações regulares de calcário e outros corretivos de solo.

A entressafra é o período certo para realizar a recalagem e para providenciar a análise do solo para a correta recomendação de adubação na semeadura da soja. É o tempo certo para corrigir os terraços que não estão em conformidade com a necessidade de conter a enxurrada e impedir a erosão. Também, é a hora de dissecar a vegetação previamente ao plantio, de negociar a aquisição dos fertilizantes e das sementes com antecedência à semeadura, entre outras medidas.

Após esses cuidados vem o plantio da cultura, que deve acontecer entre os meses de outubro e novembro, na região centro-sul. Já nas regiões onde a umidade do solo é adequada, é possível antecipar a semeadura para setembro com o objetivo de estabelecer uma segunda cultura de verão (algodão, milho ou feijão, principalmente).

A população ideal de plantas varia com o tamanho da área e com a época de plantio, geralmente costumam ser plantadas uma média de 250 e 300 mil plantas por hectare. Assim é possível distribuir 12 a 14 sementes por metro linear, em fileiras com 0,45 m de distância entre elas.

Para ter uma boa plantabilidade é necessários escolher sementes de boa qualidade e contar com máquinas agrícolas em boas condições, ajustadas e operando sobre solo uniforme e com palhada bem manejada. Além disso, é necessário planejamento, pois se inicia um nova safra de soja na véspera do seu plantio. 

Fonte: Blog Embrapa Soja

Produção de biodiesel pode chegar a 10 bilhões de litros até 2023

O aumento da mistura de biodiesel no diesel de petróleo pode fazer a produção do biocombustível passar de 5,4 bilhões para 10 bilhões de litros até 2023. É o que espera a Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (Abiove) que elogia o novo cronograma de expansão proposto pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

Na avaliação da entidade, que representa a indústria de soja, principal matéria-prima do biocombustível, é a primeira vez que a mistura tem um programa previsível por vários anos. A intenção é elevar a proporção de 10% para 11% em junho de 2019. Até 2023, deve chegar a 15%.

?O setor se preparou com o maior programa de testes em motores do mundo, totalizando 1 milhão de litros de biocombustíveis testados?, diz Daniel Furlan Amaral, gerente de economia da Abiove, em comunicado divulgado pela entidade.

Para a associação, o programa que estabelece a mistura obrigatória é um sucesso desde o seu início, há dez anos. A proporção inicial do biodiesel no combustível fóssil foi de 8%, elevada para 10% em 2018.

Nas contas da Abiove, só no ano passado, a demanda pelo biodiesel levou uma economia de US$ 6,4 bilhões ao país, que importa o derivado de petróleo.

Fonte: Globo Rural

Como se tornar um exportador de alimentos?

Nos últimos anos o Brasil se consolidou como um dos maiores produtores e exportadores mundiais de alimentos e fibras. A crescente participação do país no mercado internacional é resultado da combinação de fatores como clima propício, investimento em tecnologia, extensão territorial cultivável e qualidade dos produtos. O Brasil exporta para mais de 180 países, tendo como principais compradores a China, países do Mercosul, União Europeia e Estados Unidos.

A exigência permanente dos mercados globais por eficiência e competitividade impõe, aos setores público e privado brasileiros, a busca da celeridade e eficiência no trâmite exportador, resguardada sempre a qualidade e a sanidade dos produtos do agronegócio brasileiro.

Além disso, como membro da Organização Mundial do Comércio (OMC), o Brasil deve seguir as regras estipuladas pelos acordos que regem as relações comerciais entre os países membros, e que garantam a qualidade e segurança dos produtos comercializados. Entre os critérios mais comuns estão: o controle de pragas, doenças, resíduos e contaminantes, e os requisitos, como as boas práticas agrícolas, as boas práticas de fabricação e os padrões de higiene operacionais.

Seguindo essas regras é possível tornar-se um exportador de alimentos para outros países do mundo.

Fonte: Ministério da Agricultura

5 tecnologias agrícolas que você precisa conhecer

Com o uso de tecnologias agrícolas é possível utilizar a quantidade mínima requerida de água, fertilizantes, pesticidas e alguns insumos em cada área específica, para tratar cada planta de maneira única e diferenciada. Conheça as principais tecnologias que você pode usar na sua produção:

1 – SENSORES – Possibilitam o monitoramento total das plantas. Eles conseguem captar a saúde da plantação, a necessidade de água e o teor de nitrogênio no solo. Se estiverem alinhados com a tecnologia de conexão 4G permitem o monitoramento constante e em tempo real da plantação. Também permitem a detecção de doenças e contaminações, possibilitando rápida ação dos gestores para a solução do problema.

2 – DRONES – Pode carregar câmeras de alta resolução e os mais diversos tipos de sensores, permitindo diversas aplicações, como a contagem das plantas, medição da altura da plantação, detecção de pragas, medição da eficácia de tratamentos e do uso de pesticidas, monitoramento da necessidade de água e insumos.

3 – GPS AGRÍCOLA – Possibilita um completo mapeamento da plantação, amostragens virtuais do solo e do campo, monitoramento e inspeção dos processos agrícolas e total mapeamento da produção, com localização exata de amostras de solo, coleta e análise de dados da plantação e controle e navegação de máquinas durante o serviço. Além disso, o GPS possibilita um aumento da qualidade dos processos agrícolas e aperfeiçoamento de tarefas.

4 – BIG DATA – Possibilita o melhor fluxo de informações, uma análise mais rápida e efetiva e tem levado à melhores decisões e criação de estratégias. Ele favorece a troca de informações, tornando os agricultores mais rápidos e assertivos na tomada de decisões, que passam a ser muito mais baseadas em dados do que no feeling.

5 – MOBILIDADE – Com a internet 4G o trabalho e o acesso às informações se tornaram mais simples e fácil. Os agricultores podem monitorar a fazenda em tempo real, acompanhar máquinas durante o trabalho, gerenciar equipe e acessar pela tela do smartphone dados, KPIs e informações das plantações. Todos os detalhes do negócio podem ser vistos através da nuvem, facilitando bastante a gestão da plantação. O principal benefício da mobilidade, porém, é auxiliar e acelerar a utilização das demais tecnologias citadas nesse artigo.

Fonte: http://bit.ly/bugiotratores

Voltar Pragas x Controle Biológico

A tecnologia revolucionou a forma de produção no campo, mas mesmo com tanta inovação e recursos facilitadores, as pragas continuam sendo um dos maiores desafios dos agricultores.

Diversos fatores influenciam na hora de fazer o controle das pragas sem prejudicar a qualidade dos produtos e do solo. Pesticidas e/ou agrotóxicos são muito utilizados para tentar frear essa proliferação, porém, o uso constante vem tornando as pragas cada vez mais resistentes, obrigando a aumentar o poder de destruição dos defensivos, prejudicando a qualidade dos alimentos e, consequentemente, o solo e a água. Por isso, há algum tempo, pesquisadores vêm testando novas formas de reduzir as pragas sem prejudicar o ecossistema, e um excelente exemplo é o Controle Biológico.

Primeiramente é necessário identificar o tipo de praga que está afetando a lavoura, saber qual é o inimigo natural da praga e, assim, utilizá-lo à favor da plantação, de maneira pontual, nas áreas afetadas. Ou seja, o predador da praga será utilizado para acabar com o problema, evitando a proliferação e fazendo o controle biológico natural.